08 fevereiro, 2011

meditação

Dois meses de prática de meditação são suficientes para gerar mudanças mensuráveis nas regiões do cérebro associadas à memória, ao sentido de si mesmo, à empatia e ao stress.
Em um estudo que será publicado na revista Psychiatry Research, uma equipe liderada por cientistas do Hospital Geral de Massachusetts (MGH) relata os resultados deste que é o primeiro estudo a documentar alterações na massa cinzenta do cérebro produzidas pela meditação.
Os praticantes de meditação sempre afirmaram que, além da sensação de relaxamento e tranquilidade física, eles experimentaram benefícios cognitivos e psicológicos de uma longa duração.
Os cientistas agora confirmaram essas alegações e demonstraram que elas estão associadas a alterações físicas reais no cérebro.
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"É fascinante ver a plasticidade do cérebro e que, praticando a meditação, podemos desempenhar um papel activo para mudar o nosso cérebro e aumentar o nosso bem-estar e nossa qualidade de vida", diz Britta Holzel, da Universidade de Giessen, na Alemanha, coautora do estudo.


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