Porque olhar infinitamente, com olhos de ver, este espectáculo de torpes e curtas ambições e televisites da vaidade à nossa volta sempre e sempre, não aguento. Ao menos sonhar que intervenho, que esta pouca coisa que sou ao menos empurra nem que seja ao de leve os mecanismos da mudança.
Urbano Tavares Rodrigues (1923-2013)
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