Gonçalo M. Tavares in Uma Viagem à India
31 janeiro, 2011
citação
" Não procures uma multidão sincera porque tal não existe. Quando numerosos, os homens, os animais, as pedras e até as máquinas perdem a higiene do raciocínio individual "
30 janeiro, 2011
29 janeiro, 2011
28 janeiro, 2011
lady gaga e o seu perfume
Li algures pela internet que Lady Gaga pretende criar (ou já criou) um perfume que cheira a sangue e sémen.
A notícia e o mediatismo em que isto se torna, só por si, já é banal e vergonhoso, mas o melhor de tudo, é quando se sabe que o sangue não possui cheiro.
Mais um belo "Enfim"...
A notícia e o mediatismo em que isto se torna, só por si, já é banal e vergonhoso, mas o melhor de tudo, é quando se sabe que o sangue não possui cheiro.
Mais um belo "Enfim"...
porque é que...
para mudar algo no nosso nome no registo da conservatória, se paga "apenas" 30€ ?
Cada vez gosto mais destas burocracias... daqui a nada, estamos a pagar para sair à rua, por cada data de aniversário nosso, etc.
Uma pessoa, se quer existir, tem que pagar por isso. Pelo simples facto de existir!!!
Enfim, a nossa sociedade...
27 janeiro, 2011
A música de Toru Takemitsu no cinema Japonês
Toru Takemitsu (1930-1996) é um dos grandes compositores Japonês que muito contribuiu para a música no cinema do seu país. É notável a influência de Weber e Stravinsky nas suas composições, bem como a da músical tradicional japonesa. Obteve reconhecimento internacional quando na década de 60 deu uma série de conferências com o compositor Jonh Cage. As suas bandas sonoras fazem parte do cinema de Nagisha Oshima ("Real of Passion"); Akira Kurosawa ("Ran" e "Dodeskaden"); Shohei Imamura ( "Black Rain" ) , entre outros...
A sua música conjuga estranheza e beleza, assenta em texturas tímbricas e harmónicas atractivas, por vezes hipnotizantes, a partir de padrões rítmicos complexos. A utilização de instrumentos exóticos fazem parte da riqueza tímbrica das suas composições. O cd " The film music of Toru Takemitsu " é prova disso mesmo.
citação
"Conhecemos mais os livros que as coisas, e ser sábio consiste em saber coisas e não livros."
Jaime Balmes
Inútil Paisagem
"Inútil Paisagem" de António Jobim
por Esperanza Spalding (contrabaixo/voz) e Gretchen Parlato (voz)
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