17 outubro, 2011

ali!

 começo a achar que há pessoas que vivem no, e para o facebook!

um pequeno esforço

e acaba por ser natural (a mudança)...

16 outubro, 2011

continuação do desabafo

pegando neste excerto do meu desabafo:

" ...incrivel como a alguns não lhes afecta a crise." 

Aqui ficam duas piadas (sérias) que li nestes dias:

- Empresa da CP encomenda 13 carros de luxo para chefes

- Rendimentos de 15 políticos portugueses antes e depois de passarem pelo Governo

é a nossa crise...

uma questão de perspectiva

entrevista de António Lobo Antunes à RTP

belo conteúdo...

15 outubro, 2011

desabafo

ainda não entendo como há pessoas que acreditam que todas as medidas que têm sido impostas vão resolver os problemas económicos actuais...

além do mais, custa-me ouvir/ler pessoas que acreditam que temos que fazer realmente sacríficios, que nos temos de tornar escravos a favor de meia dúzia de pintarolas que governam (e não só)...
será que não percebem que a culpa não é directamente do povo?
óbvio que o povo também não ajuda, vivemos numa sociedade em que o que interessa é ser esperto e ganhar dinheiro extra sem ter que respeitar a ética do país. mas por outro lado, vejam como são os portugueses lá fora? da minha parte, só ouço dizer bem deles como trabalhadores, e não mal como muitos pintam...
além de todos os buracos que andam aí a aparecer ( e quem sabe se não vão aparecer mais), além de atitudes de cada um de nós, o problema é a forma como o sistema financeiro está estruturado e é um problema de consciência de cada um.
eles, políticos, continuam a enfiar barretes ao povo, a pedir sacrifícios, mais horas de trabalho, menos salário. isto claro, sempre aos mesmos... incrivel como a alguns não lhes afecta a crise.
o que será mais importante, o bem-estar da sociedade ou a porcaria do capitalismo e de lucro virtual de bancos, etc. ?

não defendo os "espertos", os que nada fazem, mas pelo menos, reflictam no que se tem passado na história. vejam como funcionam muitos truques...

coloco uns excertos de Chomsky:

"Para fazer com que uma medida inaceitável seja aceite, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, durante anos consecutivos. Foi dessa forma que condições sócio-económicas radicalmente novas (neoliberalismo), foram sendo impostas durante as décadas de 80 e 90:
Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram rendimentos mínimos, em suma, tantas mudanças, que teriam provocado uma revolução caso tivessem sido aplicadas todas de uma vez."


(...)

"Outra maneira de conseguir a aprovação de uma decisão impopular é apresentá-la como “dolorosa mas necessária”, obtendo a aceitação pública naquele momento, mas para uma aplicação futura. É mais fácil um sacrifício a prazo que um sacrifício imediato. Primeiro porque o esforço não é realizado no momento. Depois, porque o público – a massa – tende a acreditar ingenuamente que “amanhã tudo irá melhorar” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto proporciona ao público mais tempo para acostumar-se à ideia da mudança e aceitá-la com resignação, chegado o momento de a aplicar. "

(...)


"Fazer o indivíduo acreditar que só ele é o culpado da sua própria desgraça, devido à insuficiência da sua inteligência, das suas capacidades o dos seus esforços. Desta forma, em vez de revoltar-se contra o sistema económico, o indivíduo desvaloriza-se a si mesmo e culpa-se, entrando num estado depressivo que, entre outras coisas, inibe a sua capacidade de agir. Sem acção, não há revolução!"

troikinices

porque é que...

as pessoas se metem de pé em cima de uma cadeira quando se deparam com um rato?

14 outubro, 2011

tinha que partilhar



em cima, imagem que aparece no site oficial da Apple.

em baixo, bem... imagem adaptada à situação em que nos encontramos...